

“A Obra-Prima” de Daniel Silva, com dedicatória aos leitores portugueses, chegou cá a casa e teve entrada direta para as leituras em curso.
Nas livrarias a partir de amanhã!


“A Obra-Prima” de Daniel Silva, com dedicatória aos leitores portugueses, chegou cá a casa e teve entrada direta para as leituras em curso.
Nas livrarias a partir de amanhã!

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Não tenho muito para escrever sobre este livro, a não ser que é livro delicioso e um prazer de leitura para recordar bons velhos tempos. Tão bom! Mesmo!

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A nossa espécie é a única que vive em tribos: grupos unidos por culturas distintas que podem crescer e atingir uma dimensão muito superior à dos clãs e bandos.
Morris argumenta que a nossa psicologia é moldada pela evolução de três maneiras distintas. Primeiro, pelo instinto dos pares, para agirmos em conformidade com o que faz a maioria das pessoas. Segundo, pelo instinto dos heróis, de contribuir para o grupo e imitar os mais respeitados. E terceiro, pelo instinto dos antepassados, de seguir os caminhos das gerações anteriores. Esses instintos tribais permitem-nos partilhar conhecimentos e objetivos e trabalhar em equipa para transmitir o acervo de conhecimento cultural à geração seguinte.
Países, Igrejas, partidos políticos e empresas são tribos, e os instintos tribais explicam a nossa lealdade para com eles e as formas ocultas como afetam os nossos pensamentos, ações e identidades. Em vez de ridicularizar os impulsos tribais pela sua irracionalidade, podemos reconhecê-los como alavancas poderosas que elevam o desempenho, curam divisões e desencadeiam ondas de choque de mudança cultural.
Entrelaçando pesquisas aprofundadas, acontecimentos atuais e passados e histórias do mundo dos negócios e da política, Morris vai além do senso comum para reformular completamente a forma como pensamos sobre as nossas tribos. Tribal revela os segredos mais íntimos da nossa psicologia e dá-nos as ferramentas para gerir o nosso superpoder incompreendido.
Críticas
«Não há futuro, bom ou mau, sem tribalismo. Um livro revelador que mudará a maneira como encaramos os nossos comportamentos.»
Scott Galloway, Universidade de Nova Iorque
«Este livro original revela os factos sobre a nossa natureza tribal e mostra como as tendências profundamente humanas que nos levaram à beira do desastre ainda podem ser usadas para nos salvar. Penetrante, esclarecedor e imperdível!»
Daniel Gilbert, Universidade de Harvard
«Uma leitura fascinante que nos faz repensar crenças fundamentais.»
Adam Grant, Universidade da Pensilvânia
«Uma obra que desafia a sabedoria convencional sobre a cultura e propõe uma mudança coletiva para um futuro melhor.»
Arianna Huffington, fundadora do Huffington Post

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“Um Dia, Sempre Teremos Sido Todos Contra Isto” de Omar El Akkad é um livro, mas antes disse é um testemunho que carrega vários ressentimentos em relação ao mundo civilizado e às suas muitas caras quando confrontado com o sofrimento e a miséria alheias.
Considerado por várias publicações um dos melhores livros de 2025, acabou o ano como vencedor do National Book Award. É um relato vívido, contextualizado pela mão de alguém que não fala apenas em nome de terceiros, mas com conhecimento de causa, e fá-lo num relato com a qualidade de um escritor de ficção, num contexto de realidade, uma realidade podre devidamente enfatizada.
A qualidade da mensagem deste livro começa na escolha do próprio título, absolutamente soberbo para enquadrar o tema. Gostemos ou não, no Ocidente consideramos que existem vários tipos de seres humanos, que uns valem mais do que outros e que há mortes que importam menos, como aconteceu, e acontece em Gaza. (É também por isso que sou muito pessimista em relação ao futuro da humanidade). Leitura necessária e obrigatória, para refletirmos sobre o nosso mundo e para sentirmos alguma vergonha também.

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Uma leitura que pode ser considerada uma empreitada histórica. “Rainhas de Portugal” de Francisco da Fonseca Benevides é um tratado de História de Portugal.
Devo confessar que já tinha lido há muitos anos uma parte do livro, na edição dos Livros Horizonte, mas nunca acabei por nunca terminar porque não voltei a conseguir requisitar o livro.
Este livro tem por base um trabalho exaustivos e meticuloso de pesquisa e compilação de informação, mais ainda se tivermos presente que foi escritos se os meios que hoje temos ao nosso dispor. O nível de detalhe que o livro nos apresenta só terá sido possível num contexto de grande dedicação do autor.
Para apreciadores de história, e da nossa em particular, esta é uma oportunidade única de conhecer as mais de quarenta rainhas que estando ao lado dos reis portugueses, ou como governantes, foram parte importante da construção do país.
Grande documento histórico. Excelente leitura.
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Sinopse:
O génio e a vida turbulenta de Vincent van Gogh continua a ser uma fonte inesgotável de inspiração para artistas e amantes de arte. Nesta belíssima novela gráfica, Barbara Stok retrata de forma delicada o intenso período que o pintor holandês viveu em Arles, no sul de França, onde encontrou o ambiente que lhe permitiu conceber algumas das pinturas que o imortalizaram.
Em Arles, Van Gogh apaixona-se pelas paisagens bucólicas e pela luz da região, que lhe dão novo ânimo e esperança, após um período de grande instabilidade emocional. O entusiasmo fá-lo sonhar em criar um ateliê de artistas, onde ele e os amigos possam pintar juntos. Porém, os surtos da doença mental de que sofre voltam e intensificam-se, fazendo-o perder o controlo.
Após uma discussão com o pintor seu amigo Paul Gauguin, a sua angústia aumenta, levando-o a cortar parte da própria orelha. O episódio mais célebre da história da arte acabava de acontecer — e os sonhos de Van Gogh ficam desfeitos.
Com o seu estilo gráfico característico, de traços expressivos e cores intensas, Barbara Stok transforma as vivências deste grande mestre do século XIX numa história comovente e intemporal.

Leitura
Quando por fim as árvores
se tornam luminosas; e ardem
por dentro pressentindo;
folha a folha; as chamas
ávidas de frio:
nimbos e cúmulos coroam
a tarde, o horizonte,
com a sua auréola incandescente
de gás sobre os rebanhos.
Assim se movem
as nuvens comovidas
no anoitecer
dos grandes textos clássicos.
Perdem mais densidade;
ascendem na pálida aleluia
de que fulgor ainda?
e são agora
cumes de colinas rarefeitas
policopiando à pressa
a demora das outras
feita de peso e sombra.
Carlos de Oliveira, in ‘Pastoral’
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Sinopose:
«Porque todas as famílias do mundo têm os seus defeitos. Menos a minha. Os meus pais não têm defeitos. As minhas irmãs também não. São todos simplesmente perfeitos. Eu não.»
Na casa de Álex parece que todos são perfeitos. Todos parecem felizes. No entanto, Álex sente-se mal por achar que é o único com defeitos. Então, desafiado pelo melhor amigo Rafa, decide espiar os seus pais e irmãs para descobrir se há imperfeições escondidas debaixo da aparência de perfeição da sua família e vai ter grandes desafios e surpresas.
Com humor e ternura, Rodrigo Muñoz Avia desafia-nos a olhar para além das aparências. Um livro inteligente e divertido que fala sobre o valor da autenticidade e da aceitação. Porque ser imperfeito é, afinal, o que nos torna verdadeiramente humanos.
Uma narrativa bem-humorada com personagens cativantes sobre a importância dos laços familiares e de amizade.
Uma história terna que lembra que as comparações são perigosas e que as imperfeições são o que muitas vezes nos torna especiais.
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Sinopse:
Muito antes do 11 de Setembro, os Estados Unidos foram atacados por um inimigo invisível. Mísseis começaram a falhar, agentes foram capturados, e os adversários pareciam antecipar todos os seus passos. Era o início de uma nova era:
A Guerra Cibernética.
Depois de receber um e-mail anónimo com planos secretos da NATO, o jornalista Matt Potter embarcou numa investigação de duas décadas que o levou das sombras da Guerra Fria ao submundo hacker dos Balcãs, da Rússia ao Pentágono, passando pelo Silicon Valley.
Pelo caminho, cruzou-se com espiões, mercenários digitais, CEOs e hackers lendários – incluindo um sem dedos, ainda hoje foragido. O que descobriu desmonta a versão oficial dos governos: esta não é uma guerra limpa, controlada e discreta. É caótica, perigosa… e já está a moldar o mundo em que vivemos.

Não foi um mau início de ano. Cinco livros terminados em janeiro, três leituras e dois audiolivros.
Das teorias da conspiração aos algoritmos passando pelo macaco bêbedo e por uma pergunta com o número sete, foi uma mês de leituras diversificadas e enriquecedoras.
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Sinopse:
A Condição Humana é uma obra de grande originalidade, com concepções inesperadas e, em muitos aspectos, mais importante hoje do que na altura em que surgiu (1958). Os problemas que Arendt identificou então, a partir de uma perspectiva histórica — a diminuição da acção humana e da liberdade política; a relação paradoxal entre o aumento do poder humano através da pesquisa tecnológica e a capacidade cada vez menor de controlar as suas consequências; o declínio da esfera privada —, são cada vez mais actuais.
«A combinação entre um imenso poder intelectual e um excelente bom senso tornam as conceções de Arendt sobre história e política espantosas e óbvias ao mesmo tempo.»
Mary McCarthy, The New Yorker
«Uma obra realmente extraordinária, uma das melhores interpretações da história contemporânea surgida nos últimos anos.»
William Barrett, Partisan Review
«A Condição Humana é a obra filosófica mais importante de Hannah Arendt.»
Richard Wolin, The New Republic

– As vendes de livros em Portugal registaram um crescimento de 6,9% em 2025 face a 2024. Os principais impulsionadores do crescimento são os livros infantis e de colorir.
– A BiblioLED, a biblioteca digital portuguesa, assinalou o primeiro ano de existência e registou neste período mais de 32 mil inscritos e quase 130 mil empréstimos.
– A autora Sara Duarte Brandão foi a vencedor da segunda edição do Prémio Wook – Novos Autores com o livro “Quem Tem Medo dos Santos da Casa”.
– A Feira Internacional do Livro de Guadalajara e o Festival Hay de Literatura e Artes foram distinguidos com o Prémio Princesa das Astúrias da Comunicação e Humanidades 2020.
– O livro “O Louco de Deus no Fim do Mundo”, de Javier Cercas, dedicado às viagens internacionais do Papa Francisco, foi distinguido com o Prémio Europeu do Livro.
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Sinopse:
Há meio século, Joachim Fest publicou uma das mais importantes biografias do ditador alemão, intitulada Hitler, e afirmou: «Esta é a última palavra sobre este homem, porque não haverá novas revelações sobre Hitler que ainda não sejam do domínio público.» Mas Eric Frattini, autor bestseller de Mossad, mostra-nos agora que isso não era verdade.
A desclassificação dos documentos relacionados com a Alemanha nazi desmentiu a afirmação de Fest. Entre os milhões de páginas, os investigadores descobriram vários registos que falavam sobre a saúde do Führer e a toxicodependência de membros do exército alemão e do próprio Adolf Hitler. Nos seus últimos anos de vida, Adolf Hitler, um hipocondríaco vitalício, teve Theodor Morell como seu médico. As mudanças de humor do Führer, a doença de Parkinson de que sofria, os sintomas gastrointestinais, os problemas de pele e o seu declínio constante, até ao seu suicídio em abril de 1945, estão documentados nos diários meticulosos do Dr. Morell.
Conhecendo as importantes decisões que Hitler estava a tomar e que afetaram milhões de pessoas, perguntamo-nos como é que o seu comportamento terá sido afetado pelos inúmeros medicamentos que tomava, dos estimulantes aos sedativos, das hormonas aos multivitamínicos, dos esteroides à beladona e à cocaína.
Esta nova investigação dá a conhecer um Hitler dependente da atenção constante do seu médico pessoal e dos seus medicamentos duvidosos, e traz nova luz sobre os derradeiros anos de vida do ditador.

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Foi a curiosidade que me levou à leitura deste livro, ou quase posso dizer, deste diário do chinês Hu Anyan, ex-estafeta e trabalhador de armazéns em Pequim.
O livro, os relatos e testemunhos são de enorme simplicidade, e provavelmente é esse um dos seus maiores atrativos e também um dos pontos forte que agarra o leitor.
Hu Anyan relata a sua vida quotidiana de trabalhador na China moderna, com particular destaque para o seu trabalho enquanto estafeta em Pequim e não só. O autor consegue tornar o seu diária de trabalhador num relato ao qual é difícil ficar indiferente.
Uma agradável surpresa (ou confirmação de surpresa) e uma leitura muito interessante, atual, de inesperada qualidade, e enriquecedora.
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Sinopse:
Numa digressão que começa em Oscar Wilde e se expande do Genesis a Freud, a prosa elegante de Adam Philips convoca-nos para a ideia de que os prazeres proibidos – tabus, proibições e desejos vergonhosos – tendem a eclipsar, nas nossas vidas, o valor dos prazeres consentidos.
Vivemos numa sociedade fascinada pelo tabu. Mas como ignorar os prazeres “não proibidos”? Não poderão eles oferecer-nos tantas recompensas quanto os tão glorificados prazeres proibidos, ou até mais?
E pronto, está decidido.
Em resultado da ordem de despejo do Sapo Blogs, e como não teu intenção de deixar cair o espaço, decidi que a mudança vai acontecer para a plataforma do Substack.
Para já vou continuar a publicar por aqui durante mais alguma tempo, mas já a partir dos próximos dias conto tentar passar para lá os conteúdos e iniciar uma vida nova na nova casa.
Dito isto, e porque já tenho conta criada, deixo o convite a todos os aqui costumam passar e a todos os que subscrevem o espaço diretamente ou por email, para que continuem a seguir o Ministério no Substack.
A vida continua, e o Ministério também.
Ministério no Substack https://substack.com/@ministeriodoslivros